Eu já não aguentava mais aquelas noites. Minha esposa me fazia uma massagem até eu ficar com o pau duro. Minha esposa é japonesa e as japonesas gostam de fazer massagem. Quando o cacete estava duro ela começava a lamber e chupar. Descia a língua até minhas bolas e brincava engolindo-as aos poucos. Aquilo sempre me levava à loucura, mas eu queria mais.
Então eu lambia a bucetinha dela até perceber que o seu tesão aumentava. Botava minha puta nipônica cavalgando sobre o meu pau e ela amava aquilo. Ela sempre gozou algumas vezes para depois me deixar gozar. Então quase sempre eu a virava de quatro. Sempre amei essa posição. Minha bela esposa japonesa de quatro enquanto eu lhe puxava os longos cabelos pretos e metia-lhe o pau na buceta com força. Eu gozava e explodia de tesão. Mas eu queria mais.
Sim, eu queria foder o cu dela. Ela sempre teve medo alegando que meu pau era grande e grosso e que iria doer. E assim passaram os anos.
Um dia saímos para uma festa. Ela bebeu um pouco mais que de costume. Ficou alegre e, em dado momento, me disse ao ouvido: “me tire daqui. Vamos a um lugar melhor”. Saí apressado. Aquele sussurro já me deu vontade de sair de lá batendo uma punheta e esfregando o pau nas coxas dela. Caralho. Que tesão!
Fomos a um motel. Assim que entramos lhe beijei com força e volúpia até perceber seus arrepios e uns gemidos ofegantes. Tirei um pouco da roupa dela. Acho que rasguei outro pouco até deixá-la completamente nua na minha frente.
Minha bela japonesa é pequena, magra e leve. Assim, foi fácil levantá-la e pô-la em pé sobre a cama. Caí de língua naquela bucetinha macia e cheirosa. Lambi, beijei e chupei sem parar.
Em dado momento ela começou a rebolar e lançar os quadris para todos os lados anunciando o gozo que se aproximava. Com força, virei-a de costas para mim, abri-lhe as nádegas e lambi seu rabo maravilhoso. Ela soltou um grito de prazer que até me causou espanto e seu cuzinho piscava sem parar.
Afastei as pernas dela e voltei a lamber sua xoxotinha úmida e quente. A essa altura ela estava sobre o meio da cama, em pé, com as pernas abertas e eu mamava naquela delícia apertadinha. Ela começou a gemer muito alto, começou a empurrar a bunda na minha cara e gritava: “me coma, meu macho; me foda, gostoso; devore essa buceta de puta; coma o cu dessa biscate…
Isso me deixou ainda mais louco de tesão e meti a língua em sua buceta com mais vontade ainda até que ela gozou gritando e suplicando para eu enchê-la de porra. Na sequência, até porque não poderia perder o prazer e a loucura do momento, voltei a lamber e beijar seu rabinho oriental. Nada é melhor que o cu de uma japonesa. Eu sempre desejei isso.
Assim, continuei beijando, lambendo e cuspindo no cu da minha esposa até perceber que bastante lubrificado. Ela percebeu minha intenção e, naquela noite, venceu seus medos e decidiu colaborar. Abocanhou meu pau, chupou com volúpia e o deixou todo babado.
Em seguida, ficou de quatro e ordenou: “rasga o cu dessa puta hoje”. Eu não me aguentava mais. Confesso que foi muito difícil porque teria que meter devagar, com calma, com carinho… quando minha intenção era enfiar tudo de uma vez. Fui metendo aos poucos. No ritmo que ela deixava. Depois de alguns minutos e alguns gemidos de dor e de prazer, meu cacete estava todo enterrado no cu da minha esposa.
Então comecei a bombar. Metia ora com força e velocidade, ora com suavidade e lentamente. Percebi que minha esposa batia uma siririca nela mesma com uma das mãos que de vez em quanto acariciava minhas bolas. Ficamos assim ainda outros minutos curtindo aquela punhetinha dela e minha vara atolada naquele cu apertadíssimo.
De repente não me aguentei mais e gritei que queria gozar no rabo dela, que queria gozar no cu dela, que amava a bunda de japonesa dela, que amava a buceta gostosa dela, que amava os peitos dela, que amava a boca dela, mas, naquele momento amava vê-la tomando no cu.
Minha esposa virou puta de verdade e me mandou rascar o cu dela, mandou enviar tudo, mandou bombar com mais força. Disse que era minha cadela e amava tomar no cu e sentir o rabo molhado de porra. Assim cheguei ao clímax. Fui bombando e avançando para cima dela que, indo à frente, encostou-se na cabeceira da cama. Eu continuei esfolando, empurrando, metendo e uivando enquanto sentia o caralho jorrar leite dentro da minha querida cadela deliciosa. Aquela foi a primeira tomada de rabo dela. Agora estamos viciados. Mas eu quero mais.
Agora quero ver minha esposa de quatro estando eu na frente dela com meu cacete naquela boquinha linda; sendo ela com os olhos bem abertos e, ao mesmo tempo, ver um macho enfiando o cacete no rabo dela para todos gozarmos juntos.
Os contos eróticos são narrativas que exploram a sensualidade e a sexualidade de forma criativa e estimulante. Eles são uma forma de arte que permite aos escritores e leitores explorarem fantasias, desejos e tabus de maneira segura e emocionante.
Em um conto erótico, cada palavra é escolhida cuidadosamente para provocar sensações e despertar a imaginação. As descrições são detalhadas e envolventes, criando um ambiente rico em detalhes e emoções. Os personagens são complexos e realistas, com desejos e impulsos que os levam a situações eróticas e intensas.
Os temas abordados nos contos eróticos são diversos e podem variar de romances sensuais a encontros proibidos e explorações de fetiches. Eles oferecem uma visão única da sexualidade humana, explorando as complexidades dos relacionamentos, das emoções e dos desejos mais profundos.
Além de estimular a imaginação e despertar o desejo, os contos eróticos também podem ser uma forma de arte terapêutica, permitindo que os escritores e leitores explorem suas próprias emoções e desejos de forma segura e controlada.
Em resumo, os contos eróticos são uma forma de expressão artística que celebra a diversidade e a complexidade da sexualidade humana. Eles oferecem uma experiência de leitura envolvente e emocionante para aqueles que buscam explorar o mundo erótico e sensual de maneira criativa e estimulante.
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